I Festival de Dança da Fundação Otacílio Gama é realizado em teatro da Capital

Uma noite cheia de magia para as meninas do Ballet. Foi assim o I Festival de Dança da Fundação Otacílio Gama, que aconteceu na última quarta-feira, 25 de novembro, no Teatro do Sesi, em João Pessoa. O espetáculo, intitulado “Planeta Criança”, foi organizado pela professora Izabella Aranha.

Segundo Izabella, a temática falou sobre uma criança que passou a habitar a Terra sozinha. “A ideia surgiu a partir dos filmes ‘Divertidamente’ e ‘O Pequeno Princípe’. Então, o espetáculo girou em torno de como seria a última criança a habitar o planeta terra e vieram anjos convidando para conhecer outros planetas. Fiz essa dinâmica com as crianças, que criaram os planetas, como por exemplo, o planeta das guloseimas, o planeta do amor, o da paz e o da alegria. A história gira mais ou menos em torno disso”.

Primeira apresentação

A professora Izabella também fala da felicidade desse momento. “É uma alegria imensa viver tudo isso, principalmente porque eu sei que esse registro vai ficar marcado para essas crianças, na história delas, no coração. Então, é bom criar esses momentos para as meninas que são lindas e alegres. Elas mereciam o palco, e tiveram. Uma experiência maravilhosa!”, exalta.

Para a coordenadora de esportes da Fundação Otacílio Gama Ana Olegário esse é um momento ímpar. “Foi tudo espetacular, e só faz coroar o nosso trabalho, que vem sendo realizado desde 2010. A nossa intenção é que esse trabalho continue lindo desse jeito”, conta.

Experiência

Júlia Lima, 12 anos, faz poucos meses que está nas aulas e já participa da sua primeira apresentação. “Não via a hora de me apresentar, a ansiedade tava grande. Eu gosto muito de tudo disso, fazer as aulas, está com as meninas. Muito bom mesmo”.

Andryelle Silva já está no ballet há três anos. “Eu fico muito feliz em estar me apresentando hoje. Tava nervosa, mas foi tudo maravilhoso. Na Gama eu tenho oportunidades, e no ballet a gente tem mais desempenho, cada ensaio eu sinto que aprendo mais uma coisa diferente”, acrescenta.

Emoção   

A dona de casa Josenilda Velozo fica radiante quando vê as filhas se apresentando. “A vontade partiu delas mesmo de fazer ballet. E quando vi que tinha na Fundação não perdi tempo, matriculei logo. Eu fico muito emocionada, vendo elas vestidas de bailarinas e ver que em pouco tempo, cerca de um ano que estão fazendo aula, elas já sabem tanta coisa. Dá muito orgulho!”, afirma.